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Controlar um espermatozoide num videojogo? Become quer transformar biologia em aventura

Become Game
Crédito da imagem: Valentin Wirth

Há jogos sobre guerras, sobre deuses, sobre universos paralelos e sobre mundos pós-apocalípticos. E depois há jogos sobre… a origem da vida.

Chama-se Become e é uma aventura na terceira pessoa, single-player, que coloca o jogador no controlo de um espermatozoide numa corrida microscópica contra milhões de outros. Sim, leste bem. Mas não, não é um jogo sexual.

Apesar do conceito poder gerar algumas sobrancelhas levantadas, a proposta parece estar mais próxima de um título educativo e científico do que de qualquer coisa provocadora. A ideia é simples e, ao mesmo tempo, curiosamente épica: sobreviver à viagem pelo sistema reprodutivo humano, ultrapassar obstáculos biológicos e tornar-se o “campeão” que dá origem a uma nova vida.

Em Become, o jogador enfrenta um percurso tudo menos tranquilo. Banhos ácidos, ataques de anticorpos e correntes traiçoeiras fazem parte do caminho. Para sobreviver, é preciso recolher açúcares e proteínas, evoluir a célula e tornar-se mais rápido, resistente e eficiente.

A experiência será linear, com duração estimada entre duas a três horas, focando-se na exploração, adaptação e progressão. Pelo caminho, é possível resgatar “companheiros” e utilizá-los para ultrapassar obstáculos, quebrar membranas e escapar às defesas do organismo. O jogo promete ainda um sistema de personalização visual do espermatozoide.

Para já, Become está apenas confirmado para PC, com lançamento previsto para 2026. Ainda não há dia ou mês definidos.

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Autor

Jorge Loureiro
Fundador da GeekinOut

O Jorge acompanha ferverosamente a indústria dos videojogos há mais de 14 anos. Odeia que lhe perguntem qual é o seu jogo favorito, porque tem vários e não consegue escolher. Quando não está a jogar ou a escrever sobre videojogos, está provavelmente no ginásio a treinar o seu corpo para ficar mais forte do que o Son Goku.